A NOSTALGIA DO FAROESTE E A LISTA OFICIAL DOS 10 MELHORES PELA ACC
A NOSTALGIA DO FAROESTE E A LISTA OFICIAL DOS 10 MELHORES PELA ACC
*Magno
Ponte
“O Western nasceu do encontro do cinema com a mitologia”
(André Bazin, crítico francês). É o gênero por excelência do cinema americano.
Todos os símbolos da história dos Estados Unidos da América são retratados nos
filmes sobre o velho oeste (1860 a 1890): a cavalaria, os índios, os pioneiros,
xerifes e foras da lei, gatilhos relâmpagos, construção de cidades, ferrovias,
fronteiras, a guerra civil, saloons, caravanas, boiadas, duelos, paisagens
deslumbrantes, etc.
Considera-se o primeiro grande filme do Cinema Americano, e
também o primeiro western, “O Grande Roubo do Trem”, de 1903, do diretor Edwin
S.Porter com apenas 9 minutos de duração. Foi o marco inicial e contava no
elenco com o primeiro grande astro do gênero, Bronco Billy. Daí seguiram filmes
e seriados nos primórdios do cinema, com heróis como William S.Hart, Tom Mix,
Harry Carey, Allan 'Rocky' Lane e o cão Rin Tin Tin. Em seguida vieram a arte
clássica de John Ford e sua trupe, tendo John Wayne como expoente e também
superproduções com os maiores astros de cada estúdio, aproveitando-se da imensa
popularidade do gênero ( alguns ficaram identificados com os faroestes como
Gary Cooper, Henry Fonda, James Stewart, Gregory Peck, Burt Lancaster, Kirk
Douglas, Walter Brennan, Robert Taylor, Richard Widmark, Robert Ryan e outros
apenas passearam pelo gênero, como Tyrone Power, Clark Gable, Errol Flynn,
Spencer Tracy, William Holden, Robert Mitchum, Marlon Brando, Paul Newman e até
os gangsters James Cagney e Humphrey Bogart... Houve também aqueles que ficaram
marcados como cowboys autênticos, como Randolph Scott, Clint Eastwood, Joel
McCrea, Audie Murphy, Roy Rogers, Glenn Ford, Sterling Hayden, Richard Boone, Ward Bond, John
Carradine...alguns destes em produções modestas , os chamados faroestes B).
Também tivemos atrizes espetaculares interpretando personagens marcantes, como
Barbara Stanwick, Joan Crawford, Marlene Dietrich, Claire Trevor, Claudia
Cardinale, Jean Arthur, Olivia De Havilland, Katy Jurado, Linda Darnell,
Jenniffer Jones e até mesmo Audrey Hepburn, Brigitte Bardot e Marilyn Monroe...
Na história do cinema, o western atravessou várias fases e
momentos, dos curtas no início, aos seriados, aos clássicos de ação de grandes
diretores como Raoul Walsh, John Ford, Howard Hawks, Henry King, Budd
Boetticher, Anthony Mann, John Sturges ( com destaques como “ A Grande Jornada”
de 1930, “Ao Rufar Dos Tambores” de 1938, “Rio Vermelho” de 1948, " Jesse
James" de 1939, " Sete Homens Sem Destino" de 1956, “Winchester 73” de 1950, "Sete
Homens e Um Destino" de 1960), aos faroestes psicológicos dos anos 50 (com
maravilhas como “Matar ou Morrer” de 1952, “O Preço de Um Homem” de 1953,
“Galante e Sanguinário” de 1957 ).
Os anos 1950
e 1960 foram os mais prolíficos em qualidade e quantidade. Filmes como “O
Matador” de 1950, dirigido por Henry King, com Gregory Peck como o mais rápido
gatilho do oeste, o pistoleiro Johnny Ringo, que agora deseja descanso e uma
vida simples e feliz com sua esposa e filho. Mas a maldição desta fama nefasta
e o currículo de 15 mortes, o perseguem e instigam carreiristas a confrontá-lo
a todo instante. Considerado o mais importante e seminal dos faroestes
psicológicos, este clássico traz o galã Peck descaracterizado em papel de
vilão, com bigode e roupas rigorosamente originais do velho oeste, e com sua
presença cênica imponente! Seu destino inescapável se apresenta ao ser
atingido, pelas costas, por um jovem arrivista, quando o pistoleiro sente a
libertação e projeta o inferno que o covarde e oportunista bandido herdará,
numa verdadeira catarse. Ainda dos anos 50, temos “Onde Começa O Inferno” de
1959, dirigido por Howard Hawks, com John Wayne e Dean Martin. Repleto de ação
e vigor, este western veio como resposta aos faroestes psicológicos produzidos
nesta década, em que um homem acuado buscava ajuda e sofria com a solidão e
consciência ante o perigo. Aqui, o gigante John Wayne enfrenta tudo e todos,
apenas com a ajuda de um bêbado, um velho deficiente e um jovem afoito, para
manter preso o irmão de um chefão do crime na cidade. Uma mistura perfeita de
ação, humor, interesse romântico e força da música do grande Dimitri Tiomkin. A
sequência inicial é irretocável, a maior da história dos westerns, quase 5
minutos sem vozes. Após ser derrubado por Dean Martin, um bêbado humilhado
atrás de uma moeda para beber, que fora lançada numa escarradeira, o xerife
Wayne, ensaguentado, persegue um bandido que matara minutos antes outro cowboy
no saloon, até acertá-lo num rodopio com um rifle, massacrando seu rosto. Do
início dos anos 1960, vem a obra-prima Pistoleiros do Entardecer, de 1962,
dirigido pelo novato Sam Peckinpah, com Randolph Scott e Joel McCrea como dois
veteranos contratados para escoltar uma quantia em ouro até o banco de uma
cidade distante. Com estes dois atores símbolos da época de ouro dos westerns,
é um maravilhoso filme sobre amizade, honra, saudosismo e valentia. Foi tão
especial a reunião num faroeste destes dois monstros sagrados, que corre a
lenda que Scott e McCrea sortearam qual nome sairia primeiro nos créditos do
filme. Uma jóia rara, repleta de nostalgia e humanidade, como na cena em que um
dos velhos cowboys esconde que usa óculos e especialmente o emocionante final,
em que o outro pistoleiro maduro pede pra ficar sozinho e afunda na parte de
baixo do enquadramento da tela ao morrer.
Na década de 1960, surge com muita popularidade o faroeste
spaghetti italiano ( com destaques como “O Dolar Furado” de 1965, a trilogia de
Sérgio Leone com destaque para “Três
Homens em Conflito” de 1966, “Meu nome é Ninguém“ de 1973).
De meados dos anos 1970 para cá, foram pouquíssimos os filmes
de faroeste lançados, contrastando com as décadas anteriores do século XX onde
foi bastante profícua a produção de filmes e seriados do gênero. Deste período
mais recente, destacam-se “Josey Wales, O Fora Da Lei” de 1976, “Cavalgada de
Proscritos” de 1980, “Silverado” de 1985, “Cavaleiro Solitário” de 1985,
“Jovens Pistoleiros” de 1988, “Dança Com Lobos” de 1990, “O Último Dos
Moicanos” de 1992, “O Assassinato de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford” de
2007.
Nos últimos anos, Quentin Tarantino dirigiu o envolvente
“Django Livre”de 2013 e o estilizado “Os Oito Odiados” de 2015, com elenco
poderoso e música do incomparável Ennio Morricone. Houve outras obras recentes
do gênero, como o impressionante "O Regresso", de 2014 e “Retorno da
Lenda” de 2021, simplesmente o melhor faroeste do século XXI.
Da imensa galeria dos faroestes, me marcaram as emoções
impactantes de obras-primas originais e surpreendentes, como “Johnny Guitar” de
1954, “O Homem Que Luta Só” de 1958, “Estigma da Crueldade” de 1958, “A Face Oculta” de 1960, " Onde os
Homens São Homens" de 1971, "Mais Forte que a Vingança", de
1972. Outros westerns formidáveis
são: Caminhos Ásperos, Renegando o Meu
Sangue, Balas Que Não Erram, Sublime Tentação, Homem sem Rumo, Vingança Terrível,
A Última Caçada, Butch Cassidy, Os Dois Indomáveis, Pat Garrett&Billy The
kid...
Tenho ainda os meus momentos e lembranças inesquecíveis: O
vilão favorito ( Lee Marvin como Liberty Valance, em “ O Homem Que Matou o
Facínora”, de 1962), o duelo incomparável ( entre Gary Cooper e Burt Lancaster,
em “Vera Cruz”, de 1954), o mais esquisito western ( “Reinado de Terror”, de
1958), o mais melodramático ( “ O Último Pôr do Sol”, de 1960), o mais honesto
( “Flechas de Fogo”, de 1950), a locação favorita ( Monument Valley e suas
rochas majestosas)... E a frase definitiva : "Quando a lenda vira um fato,
publique-se a lenda" ! (John Ford).
LISTA OFICIAL DA ACC DOS 10 MAIORES
WESTERNS DA HISTÓRIA DO CINEMA
A Academia Cearense de Cinema promoveu uma enquete
perguntando a 20 grandes especialistas no gênero por excelência do Cinema
americano: quais são os 10 maiores faroestes de todos os tempos?
Votaram membros da academia e outros reconhecidos experts no
tema, e o resultado final, sempre envolto em grande expectativa, tem aqui a
divulgação oficial da ACC.
Nas listas disponibilizadas por esses colossos da
historiografia do western, destaca-se a presença impressionante de RASTROS DE
ÓDIO em 17 listas! Seguido por OS BRUTOS TAMBÉM AMAM (Shane) citado em 13
relações, ERA UMA VEZ NO OESTE apontado por 12 votantes e MATAR OU MORRER com
11 defensores.
O critério de classificação para a lista definitiva, foi a
compilação da ordem classificatória atribuída a cada filme, pelos 20
especialistas ouvidos pela Academia Cearense de Cinema:
1.
RASTROS DE ÓDIO (The Searchers,1956)
- D. John Ford. Com John Wayne, Jeffrey Hunter, Natalie Wood, Ward Bond, Vera
Miles.
Talvez, o
maior filme americano! Obra-prima que traz John Wayne em antológica atuação,
numa jornada de vingança e resgate, quando sua sobrinha é sequestrada pelos
índios e ele empreende uma busca angustiante que dura anos. Uma perfeição em
todos os sentidos, síntese de toda a mitologia do gênero, com fotografia,
elenco, roteiro e direção extraordinários.
A grande
sequência: Com o olhar assustadoramente frio e a expressão mais raivosa que o
cinema já mostrou, John Wayne atira nos olhos do índio morto, para espanto dos
soldados e para explicar em seguida: na
crença indígena, aquele que não possui olhos nunca terá o descanso dos mortos.
2. OS BRUTOS TAMBÉM AMAM (Shane, 1953). D.
George Stevens. Com Alan Ladd, Van
Heflin, Jean Arthur, Jack Palance, Ben Johnson.
Shane é o forasteiro que chega com o espectador numa região
explorada por um bandido e barão de gado, e é acolhido por uma família de
rancheiros. O fascínio por Shane influenciará todos, especialmente o garoto,
filho do casal, levando o pistoleiro ao confronto com os bandidos. Shane é um
sonho, um fantasma, ou um anjo? Um dos mais belos faroestes do cinema,
considerado o clássico dos clássicos no gênero. Objeto de paixão e culto!
A grande
sequência: O duelo final entre Alan Ladd e um Jack Palance todo vestido de
preto, onde a câmera focaliza um cachorro sorrateiramente deixando o saloon e o
garoto vendo tudo por debaixo da porta. Depois disso, os gritos do garoto
ecoando na nossa mente...Shane...Shane...Shane...Shane
3.
MATAR OU MORRER (High Noon,1952). D.
Fred Zinnemann. Com Gary Cooper, Grace Kelly, Lloyd Bridges, Thomas Mitchell,
Katy Jurado.
Uma parábola
sobre o medo, a covardia e a honra! Gary Cooper no maior momento de sua
extraordinária carreira, num drama em que o relógio e a consciência estão em
tempo real! A música, a tensão e o elenco são inesquecíveis!
Grande
sequência: O momento em que o xerife põe a estrela no peito para cumprir seu
dever e sina, e quando ao final a atira no chão, como um cuspe para toda aquela
cidade!
4.
ERA UMA VEZ NO OESTE (Once Upon a
Time in The West, 1968). D. Sergio Leone. Com Henry Fonda, Charles Bronson,
Claudia Cardinale, Jason Robards, Woody Strode.
Uma
fazendeira viúva enfrenta pistoleiros e políticos em meio à construção da
ferrovia e chegada da civilização ao velho oeste americano. O genial diretor
Leone, promove uma fusão do western clássico americano com a violência
explícita dos westerns spaghetti italianos, resultando numa grande homenagem ao
gênero, com sensibilidade e preciosismos excepcionais. A trilha sonora célebre
de Ennio Morricone, a presença mítica de Henry Fonda como vilão e o som da
harmônica de Bronson ( melhor que nunca) são arrepiantes e por si só icônicos.
Uma obra prima sob todas as perspectivas... Sem esquecer da musa Claudia
Cardinale, uma das mais belas da história!
A grande
sequência: O início do filme na ferrovia com Woody Strode, Jack Elam e Al
Mulock esperando Charles Bronson descer do trem, para um duelo mortal. Cheio de
clima e suspense. Um show!
5.
O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA (The Man
Who Shot Liberty Valance, 1962). D. John Ford.Com John Wayne, James Stewart,
Lee Marvin, Edmond O´Brien, Woody Strode.
John Ford
indicava: "Quando a lenda for maior
que a realidade, imprima a lenda". Num surpreendente canto de cisne de
Ford, John Wayne e James Stewart, e com um impressionante tour de force de Lee
Marvin, é um absoluto exemplar do faroeste clássico!
Grande
sequência: Após derrubar James Stewart e seu prato com comida, o cruel Liberty
Valance de Lee Marvin, é desmoralizado pelo gigante implacável John Wayne,
sempre disposto a um combate...
6.
OS IMPERDOÁVEIS (The Unforgiven,1992).
D. Clint Eastwood. Com Clint Eastwood, Gene Hackman, Morgan Freeman, Richard
Harris.
Ganhador dos
oscars de melhor filme e melhor diretor. Clint guardou o projeto por quase 20
anos, esperando estar maduro o suficiente para interpretar o velho pistoleiro recluso que, por necessidade,
aceita um último contrato. Com atores espetaculares e roteiro preciso, fez
talvez o melhor filme dos últimos 30 anos do cinema mundial.
A grande
sequência: Para vingar o parceiro trucidado, exposto num saloon, o pistoleiro
bêbado, entre chuva, relâmpagos e trovões mata 5 homens, não sem antes revelar
sua identidade para assombro de todos. Respondendo a Gene Hackman, que dizia
não merecer morrer desta forma, ele fuzila: “Merecer não tem nada a ver com
isso”. Uma poderosa e impressionante fábula!
7. NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS (Stagecoach, 1939).
D. John Ford. Com John Wayne, Claire Trevor, John Carradine, Thomas Mitchell.
O filme que
deu status de obra de arte para os faroestes. Orson Welles disse tê-lo visto
dezenas de vezes para fazer "Cidadão Kane". A diligência que percorre
o inóspito território americano, contém o microcosmo da sociedade americana no
século XIX, com o pistoleiro, o vendedor, a prostituta, o médico bêbado, a
esposa grávida, o jogador, ameaçados o tempo inteiro pelos índios, no início de
forma sugestionada até tornar-se assustadoramente real.
A grande
sequência: O ataque dos índios à
diligência em fuga é um primor de montagem e emoção. Insuperável e uma das
imagens eternas da história do cinema.
8.
MEU ÓDIO SERÁ SUA HERANÇA (The Wild
Bunch, 1969). D. Sam Peckinpah. Com William Holden, Robert Ryan, Ernest
Borgnine, Warren Oates, Edmond O´Brien, Ben Johnson.
Talvez o
mais impressionante faroeste de todos os tempos, com um diretor genial
comandando um elenco magnífico, em cenas de absoluto impacto, repletas de
violência, crueza e arrebatamento. William Holden está excepcional, como o mercenário que
comanda uma quadrilha em assaltos e golpes, sem escrúpulos ou arrependimentos,
até, surpreendentemente, se redimir ao adotar um código de honra insuspeito e
suicida. Com violência gráfica e em câmera lenta, é um dos últimos clássicos do
gênero western no cinema americano, absolutamente brilhante e essencial!
A grande
sequência: Ao se verem cercados pelo exército mexicano numa fortaleza, e
enfurecidos pela tortura de seu amigo, William Holden e Ernest Borgnine se
entreolham e consentem, com júbilo, um grand finale suicida, mas honrado. Não
antes de matarem muitas dezenas de inimigos...
9.
SETE HOMENS E UM DESTINO (The
Magnificent Seven,1960). D. John Sturges. Com Yul Brynner, Steve McQueen, Eli
Wallach, Charles Bronson, James Coburn.
Faroeste
inspirado na obra-prima japonesa de Akira Kurosawa, Os Sete Samurais,
transpassada para o velho oeste, com uma trilha sonora emocionante e um elenco
sensacional, em que quase todos viraram astros de Hollywood !
A grande
sequência : O diálogo em que o sensacional vilão de Eli Wallach é confrontado,
passo a passo pelos sete magníficos !!
10. PAIXÃO DOS FORTES (My Darling Clementine,1946).
D. John Ford. Com Henry Fonda, Victor Mature, Walter Brennan, Ward Bond, John
Ireland.
Certa vez,
perguntaram a John Ford, o que era o cinema para ele. O mestre respondeu: “Já
viu Henry Fonda caminhando? Isto é cinema”. Outra imagem icônica é aquela em
que o xerife Wyatt Earp se equilibra numa cadeira à frente da delegacia. É a
reconstrução do famoso duelo no OK Curral que contrapôs os irmão Earp e o
jogador Doc Holliday contra a quadrilha Clanton. A música-tema e título 'My
Darling Clementine' é um clássico e Victor Mature nunca esteve tão bem. Um dos
mais bonitos filmes já feitos no cinema americano. Tudo inspirado, singelo e
irrepreensível.
A Grande Sequência: Após ter o irmão assassinado e aceitar o cargo de xerife em Tombstone, Earp é interpelado pela quadrilha Clanton e revela seu nome e sobrenome para grande surpresa e temor dos bandidos.
Abaixo, segue a relação dos mais votados do 11º ao 20º:
11. TRÊS
HOMENS EM CONFLITO (The Good, The Bad and The Ugly, 1966). D. Sergio Leone. Com
Clint Eastwood, Lee Van Cleef, Eli Wallach.
12. SEM LEI
E SEM ALMA (Gunfight At The Ok Corral,1957). D. John Sturges. Com Burt
Lancaster, Kirk Douglas.
13. A FACE
OCULTA (One Eyed Jack,1960). D, Marlon Brando. Com Marlon Brando, Karl Malden,
Ben Johnson
14. ONDE
COMEÇA O INFERNO (Rio Bravo,1959). D. Howard Hawks. Com John Wayne, Dean
Martin, Walter Brennan, Ward Bond.
15. BUTCH
CASSIDY ( Butch Cassidy and Sundance Kid,1969). D. George Roy Hill. Com Paul
Newman, Robert Redford, Katherine Ross.
16. JOHNNY
GUITAR ( Johnny Guitar,1954). D. Nicholas Ray. Com Joan Crawford, Sterling
Hayden, Mercedes Mc´Cambridge, Ward Bond, Scott Brady, John Carradine, Ernest
Borgnine.
17.
PISTOLEIROS DO ENTARDECER (Ride The High Country,1962). D.Sam Peckinpah. Com
Randolph Scott, Joel McCrea.
18, DA TERRA
NASCEM OS HOMENS (The Big Country,1958). D. William Wyler. Com Gregory Peck,
Charlton Heston, Burl Ives, Jean Simmons, Chuck Connors.
19. RIO
VERMELHO (Red River,1948). D. Howard Hawks, Com John Wayne, Montgomery Clift,
Walter Brennan.
20. DANÇA
COM LOBOS (Dance With Wolves,1990). D. Kevin Costner. Com Kevin Costner.
Magno Ponte
Vice-Presidente da Academia Cearense de Cinema
Graduado em Direito (Unifor/OAB-CE) e em Economia (UFC), com
pós-graduação em Marketing (FGV-SP)


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